Pastelaria

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“A arte de fazer doces é muito mais do que saber fazer receitas perfeitamente: é um verdadeiro gesto de amor”

Ernst Knam

A confeitaria é um ramo da gastronomia que poderia ser comparado a uma arte real, pois dá vida a obras-primas de confeitaria que caracterizam a produção local, regional e nacional.

A produção do setor em questão pode ser dividida em dois macrosetores: pastelaria que inclui sorvete e geleia e massa salgada que toca o setor de padaria e a produção de bolos salgados e canapés.

É claro que a atenção da rede Best of Italy está focada e focada na produção estritamente italiana de confeitaria. O setor em questão, variado e variado, envolve e abraça toda a Itália contribuindo para o prestígio da marca Made in Italy.

A rica tradição artesanal italiana se desenvolveu ao longo dos séculos e tempo.

Vamos dar uma olhada no passado e na história.

É bastante difícil, mas não impossível, traçar as origens da massa. Essa dificuldade se deve à falta de fontes, pois a massa, no passado, não era considerada uma arte nobre.

A produção de confeitaria, desde o início, era sinônimo de consolo, uma espécie de gratificação para o trabalho diário.

Com o advento do cristianismo caiu, quase inexoravelmente, nas mesas dos italianos a desaprovação do pecado da garganta. Isso causou uma nova diminuição nos textos sobre massa.

Era necessário esperar até o século XI, quando, nos mosteiros, receitas reais começaram a ser elaboradas. O primeiro, em ordem cronológica, parece ser o escrito por Abbess Hildegard de Bingen.

O tema da confeitaria passou a ser tratado com cuidado e atenção a partir de 1200 desenvolvendo uma curiosidade e um interesse generalizado entre 1400 e 1500.

Particularmente relevante, na análise desse quadro quase sem origem, é a alta taxa de analfabetismo que afetou as pessoas da época.

Para o desenvolvimento do setor culinário, e especialmente para o em questão, a descoberta do Novo Mundo foi fundamental. A descoberta da América permitiu, de fato, uma maior propagação de açúcar. Essa nova situação levou ao nascimento de novos doces, incluindo doces e disseminação do hábito de frutas cristaladas.

O açúcar de beterraba favoreceu especificamente a autonomia da Itália e da Europa na preparação dos doces. Essa nova condição levou a um corte acentuado nos custos e deu um aumento considerável na produção de confeitaria. Nesse período, a produção sofreu uma verdadeira explosão, rompendo com a gastronomia clássica.

Um forte e importante impulso à produção de confeitaria foi dado pela descoberta do açúcar derivado da beterraba, que permitiu a proliferação de confeitarias que aproximaram a burguesia dos gostos e produtos até então consumidos exclusivamente pela realeza e pela classe aristocrática.

O advento da Revolução Industrial e a mecanização relacionada da produção e extração de açúcar permitiram que a confeitaria refinaria suas técnicas de embalagem. Esse desenvolvimento permitiu que os consumidores não só comprassem produtos de qualidade que fossem excelentes, mas também bonitos.

Durante o século XIX, lentamente, a confeitaria se afastou do consumo elitista e chegou às mesas de um número crescente de italianos.

Mas quem é o único que produz doces requintados e de qualidade?

O profissional em questão é o confeiteiro, cozinheiro especializado na criação de doces.

A profissão de confeiteiro é uma profissão antiga, mas, ao mesmo tempo, certamente futuro e sucesso.

“Os doces na mesa são como concertos barrocos na história da música: uma arte sutil”

Isabel Allende